Mariana de Pinho
1,72m
Olhos castanhos
Inglês – fluente
Carta de condução
Piano, Guitarra, Canto, Teatro Musical, 9 anos de Basquetebol federado
À procura de agente
marianapinho527@gmail.com // @marianafernandesdepinho
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1 – Admiro o trabalho de atores como Isabel Abreu, Albano Jerónimo, Diogo Infante, Marco Mendonça, Sissi Martins, Beatriz Batarda e Bárbara Branco. A última admiro principalmente por ser uma atriz da minha idade e por sentir que há uma verdade intrínseca na forma como comunica com o público e com os colegas de cena, seja em que registo e formato for. A nível internacional, gosto muito de Olivia Coleman, Renate Reinsve, Collin Farrel, Cillian Murphy, Melina Kinnaman, Emma Stone, Audrey Tatou, Sir Ian McKellen, Jessie Buckley e Andrew Scott, cujo trabalho que desenvolveu a partir da peça “O Tio Vânia” de Anton Tchekhov é qualquer coisa de transcendente.
2 – Representar é amar o teatro. É ser-se corajoso o suficiente para se ser vulnerável. É fazer muito com muito pouco.
3 – Antes de entrar na ACT, tinha toda a certeza do mundo que, para mim, representar era em cima do palco. Era lá que me sentia verdadeiramente eu e onde achava que seria capaz de tudo. No entanto, a escola trouxe-me um primeiro contacto com a câmara, que evoluiu para uma constante procura e descoberta de um mundo completamente desconhecido, mas igualmente fascinante. O palco continua a ser casa, mas sem dúvida que descobri uma paixão pela câmara que nunca sonhara ter.
4 – A melhor coisa que levo da ACT é o efeito tão positivo que teve no aumento da minha confiança, não só enquanto atriz, mas também enquanto pessoa. Foi incrível a aprendizagem que fiz ao longo destes 3 anos. Tive muito espaço para crescer, para falhar, para voltar a tentar, e para, por vezes, finalmente acertar. Houve vários professores com quem me fez muito sentido trabalhar, entre eles: Paula Careto, que me relembrou que a dança poderia voltar a fazer parte da minha vida; Nuno Nunes, que de alguma forma tirou muitos medos da minha cabeça; o Teatro O Bando, com a incrível viagem que foi feita; e Beatriz Batarda, no módulo de Shakespeare e como Coordenadora Pedagógica do 3º ano, que simplificou questões que em mim desnecessariamente pairavam.

