Carolina Lopes

    Carolina Lopes
    1,69m
    Olhos Castanhos (Cor de Mel)

    Inglês – bom
    Espanhol – bom
    Carta de condução
    Produção, Canto, Desenho, Pintura, Artes Plásticas
    Licenciatura em cinema.

    À Procura de Agente

    carolinalmeidalopes@gmail.com // @carolinalopes01

    ***

    1- São muitas as referências que me inspiram. Adoro o trabalho do Wes Anderson, pela forma como cria universos muito próprios, com uma estética que muito o caracteriza. Gosto da ideia de um cinema autoral, onde sentimos claramente o olhar de quem cria. Joachim Trier, realizador de um dos meus filmes favoritos, fascina-me pela forma íntima como explora a identidade, a memória e as emoções humanas, interessa-me também a sensibilidade estética dos seus filmes. O trabalho do João Canijo, com um olhar profundo sobre o universo feminino, onde centra praticamente a história de todos os seus filmes em personagens femininas complexas e profundas. Menciono também outros artistas que admiro pelos seus percursos artísticos: Sara Barros Leitão, Joana Santos, Gabriela Barros, Alba Baptista, Leonor Teles, Nuno Lopes, Albano Jerónimo, Romeu Runa, Ivo Arroja, Tiago Guedes, Marco Martins, Manuel Pureza.

    2- Para mim, representar é brincar, mas brincar com consciência. É encontrar liberdade e prazer no jogo, usando a imaginação para viver outras realidades com verdade.
    3- Sinto-me confortável tanto no palco como diante da câmara. No palco, gosto da adrenalina de estar a representar ao vivo, da continuidade e da possibilidade de atravessar toda a viagem emocional da personagem do início ao fim, em tempo real. Mas tenho uma ligação muito forte e especial ao cinema, ao cuidado, ao detalhe e à profundidade que a câmara permite. Fascina-me como um pequeno olhar ou uma mínima mudança interna podem ganhar enorme significado no ecrã.
    4- Levo muito da minha passagem pela ACT. Senti-me sempre muito livre. Livre a criar, a errar, a construir, a descobrir. Houve sempre espaço para sermos quem nós quiséssemos. “Nota-se mesmo que és feliz e que te divertes muito em cena”, “Desfruta, vive o momento, deixa acontecer”. O “Have Fun” em cena tornou-se uma ideia essencial para mim, lembrar-me de aproveitar e desfrutar o momento presente e não da necessidade em mostrar algo ao espectador. Muitas coisas me ficaram marcadas de professores e colegas. Obrigada a todos eles com quem me cruzei neste percurso, por me ensinarem a respeitar mais esta arte e por me permitirem divertir enquanto crescia dentro dela.