Bianca Moura

    Bianca Moura
    1,75m
    50/55kg
    Olhos castanhos

    Inglês – médio
    Espanhol – bom
    Carta de condução
    Lutas Cénicas e Armas de Fogo, Esgrima Artística, Piano e formação musical, Voleibol (Federada no Sporting e Lusófona), Ténis, Natação, Canoagem, Bicicleta, Skate, Trotinete, Pintura, Desenho, Curso de Fotografia

    À procura de agente

    biancamoura.work@gmail.com // @bianca.rmoura_

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    1 – Admiro muito o trabalho do Ricardo Neves‑Neves porque representa exatamente aquilo que me atrai no teatro – a liberdade de ser muitas pessoas, com muitas personalidades, dentro de um universo que é divertido e ao mesmo tempo sensível e humano.
    Internacionalmente, admiro Olivia Colman pela sua verdade emocional e pela capacidade rara de passar, num segundo, do humor ao drama profundo com uma enorme naturalidade.

    2 – Representar é emprestar o meu corpo a alguém que não existe, até eu lhe dar vida. É conhecer a vida da personagem e, no processo, descobrir mais sobre a minha própria.
    É transformar-me e moldar-me ao que a personagem precisa. É o prazer de descobrir como ela anda, respira e vê o mundo. E, ao mesmo tempo, dar-lhe vida com respeito e com profundidade.

    3 – Gosto muito de trabalhar no palco, pela energia do público, pela sensação de que tudo acontece no momento e pela partilha coletiva que o teatro permite.
    No entanto, sinto-me mais confortável diante da câmara porque aprecio o detalhe e a possibilidade de trabalhar nuances muito finas, quase invisíveis, que só o cinema ou a televisão captam.

    4 – Da Act levo sobretudo uma forma de trabalhar, confiança e disponibilidade para falhar. O Teatro o Bando, para mim, foi uma grande evolução e que me abriu horizontes para o mundo da improvisação de que tanto tinha receio e, no fim, acabei por me apaixonar.
    A nível de palco, levo comigo toda a aprendizagem de consciência corporal, o uso da voz, a capacidade de escuta e resposta ao outro e a construção de personagem. A nível de câmara, levo a noção de enquadramento, marcações e continuidade e a precisão emocional.
    Uma frase que guardo é “o ator não tem de estar certo, tem de estar vivo” e é isso que considero ser a base do ator.