Beatriz Chorão

    Beatriz Chorão
    1,57 m
    Olhos verdes

    Inglês – bom
    Carta de condução
    Ginástica, Natação, Ski
    Licenciada em Ciências do Desporto

    À procura de agente

    beatriz.chorao@gmail.com // @beatrizchorao

    ***

    1 – Desde que descobri o trabalho da Filipa Amaro, não consigo deixar passar ao lado nenhum dos seus projetos. Além de ser uma artista verdadeiramente completa, gosto muito de histórias que encontram o humor na tragédia e acho que a Filipa Amaro consegue fazer isso na perfeição.
    Embora já conhecesse o trabalho do Simão Cayatte, o privilégio de ter sido sua aluna no módulo de cinema, permitiu-me testemunhar (e admirar) de perto o seu rigor e a sua atenção ao detalhe.
    Qualquer lista que faça será inevitavelmente limitada face à dimensão do talento e da entrega que tanto admiro no trabalho de ator; ainda assim, entre tantos percursos marcantes, é impossível não destacar Gabriela Barros, Isabel Abreu, Heath Ledger, Andrew Scott, Harris Dickinson, Olivia Colman e Liv Ullman – artistas cuja presença continuam a inspirar-me.

    2 – Representar é um exercício profundo de empatia: é suspender o próprio ego e servir uma narrativa e uma personagem, estando sempre presente, disponível e aberto ao que pode acontecer.

    3 – Quando era criança e sonhava ser atriz, imaginava-me num palco, diante de uma plateia; hoje, talvez já não seja tanto assim, e a imagem que surge mais frequentemente é a de estar diante de uma câmara.

    4 – Estudar na ACT foi um verdadeiro privilégio e não poderia sentir-me mais grata por ter partilhado estes três anos com professores tão generosos, com tanto conhecimento para partilhar e com uma entrega genuína no ato de ensinar.
    Com o Nuno Nunes aprendi que o rigor e o divertimento não são opostos, mas complementares: que é possível trabalhar com seriedade, exigência e, ainda assim, manter a leveza e o prazer no processo criativo.
    Com a Pétronille de Saint-Rapt compreendi a urgência de estar em cena, a necessidade de experimentar sem medo, de falhar, de refazer e de procurar sempre melhor.